Com a chegada do Natal e do Ano Novo, as confraternizações com amigos e famílias aumentam nesta época. Para quem mora em condomínios, é durante esta temporada que o número de reclamações referente ao barulho e perturbação do sossego crescem também. Por isso, são necessárias ações preventivas por parte dos síndicos.
Segundo o advogado Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário e em questões condominiais, é importante que a gestão pratique a boa comunicação e informe, por meio de e-mails e comunicados colados nos elevadores e nos quadros de aviso, sobre os horários do condomínio.
"Sabemos que nestas datas as festas vão até mais tarde e claro que todos, até aqueles que não comemoram, estarão menos "incomodados" com os festejos. Porém, é comum muitos condôminos passarem do limite", destacou Karpat.
Ele lembra ainda que, de acordo com o Artigo. 1.277 do Código Civil, o proprietário ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam.
"Além disso, é importante saber que em zonas residenciais o limite de ruído permitido é de 50 decibéis, o equivalente a um choro de bebê, entre 7h e 22h. Das 22h às 7h, o limite cai para 45 decibéis", disse.
Segurança
A segurança também é outro quesito em que é necessária atenção dos condomínios durante o fim do ano. Com as festas, ocorre o livre trânsito de pessoas, já que há um grande número convidados. Para evitar problemas, a recomendação é que a portaria esteja atenta a entrada e saída de visitantes e só libere o ingresso após autorização do morador.
"Uma boa forma de se evitar problemas é o condomínio pedir aos moradores que farão festas para que passem uma lista com o nome dos convidados e o número do documento. Isso, além de trazer mais segurança, faz com que a portaria não precise ficar interfonando o tempo todo à unidade", apontou o advogado.
"Nesse final de ano, gestão e condôminos precisam estar atentos e trabalhar juntos para que a diversão não se torne um problema e para que, acima de tudo, a segurança e o bom senso estejam em primeiro lugar", finalizou.
Segundo o advogado Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário e em questões condominiais, é importante que a gestão pratique a boa comunicação e informe, por meio de e-mails e comunicados colados nos elevadores e nos quadros de aviso, sobre os horários do condomínio.
"Sabemos que nestas datas as festas vão até mais tarde e claro que todos, até aqueles que não comemoram, estarão menos "incomodados" com os festejos. Porém, é comum muitos condôminos passarem do limite", destacou Karpat.
Ele lembra ainda que, de acordo com o Artigo. 1.277 do Código Civil, o proprietário ou o possuidor de um prédio tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde dos que o habitam.
"Além disso, é importante saber que em zonas residenciais o limite de ruído permitido é de 50 decibéis, o equivalente a um choro de bebê, entre 7h e 22h. Das 22h às 7h, o limite cai para 45 decibéis", disse.
Segurança
A segurança também é outro quesito em que é necessária atenção dos condomínios durante o fim do ano. Com as festas, ocorre o livre trânsito de pessoas, já que há um grande número convidados. Para evitar problemas, a recomendação é que a portaria esteja atenta a entrada e saída de visitantes e só libere o ingresso após autorização do morador.
"Uma boa forma de se evitar problemas é o condomínio pedir aos moradores que farão festas para que passem uma lista com o nome dos convidados e o número do documento. Isso, além de trazer mais segurança, faz com que a portaria não precise ficar interfonando o tempo todo à unidade", apontou o advogado.
"Nesse final de ano, gestão e condôminos precisam estar atentos e trabalhar juntos para que a diversão não se torne um problema e para que, acima de tudo, a segurança e o bom senso estejam em primeiro lugar", finalizou.
IMPASSE MILIONÁRIO
Sertanejo Kauan expõe obra parada no Tamboré 2 após pagar R$ 7,6 milhões
REGULARIZAÇÃO IMOBILIÁRIA
Veja quando é possível colocar o imóvel em seu nome sem escritura
Primeiro semestre
Galpões logísticos ganham força com avanço do e-commerce em São Paulo
SEGURANÇA PRIVADA
Porteiro não é vigilante: nova regra exige atenção de condomínios
RETA FINAL
Usina de resíduos de Barueri tem previsão de conclusão no começo de 2027
BRIGA JUDICIAL
Simone Mendes recorre novamente em disputa por danos à casa de Léo Stuart no Tamboré 1
Online
Itaú realiza leilão online com 136 imóveis a partir de R$ 28 mil
Preservação
Mirante do Copan reabre ao público após seis anos
Sem escritura
Mansão do diretor da Marabraz penhorada em Alphaville teria sido vendida há anos
Investimento
Santander faz leilão on-line de mais de 200 imóveis com descontos de até 82%