O anúncio ocorreu por meio de um vídeo postado no final da tarde de segunda-feira (6) nos perfis do Instagram de ambos os políticos
(Imagem: Câmara de Barueri | Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)
O ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSB), confirmou sua pré-candidatura ao cargo de suplente de senador nestas eleições de 2026 ao lado de Márcio França (PSB), ex-ministro de Portos e Aeroportos na atual gestão de Lula e ex-governador São Paulo.
O anúncio ocorreu por meio de um vídeo postado no final da tarde de segunda-feira (6) nos perfis do Instagram de ambos os políticos. Na publicação, França chama a união de “chapa vitoriosa”: “Eu e o Furlan estamos aqui anunciando a chapa vitoriosa para o Senado de São Paulo”.
Furlan mostra energia e otimismo para o que ele considera um movimento de recuperação do Estado. “São Paulo pode ter certeza que essa é a melhor dobrada para o nosso Estado. Dois políticos determinados e com muita vontade de vencer para o Estado voltar à condição natural dele, que é liderar o Brasil”, disse.
Na legenda de seu perfil, Márcio França enaltece Furlan: “Convocação feita e convite aceito. Teremos o melhor prefeito da história das cidades paulistas na suplência da nossa pré-candidatura ao Senado de SP”.
Nas eleições de 2022, quando cada Estado elegeu apenas um candidato ao Senado, Márcio França ficou em segundo lugar com 36,27% dos votos. O posto ficou com o Astronauta Marcos Pontes (PL), com 49,68% dos votos.
Movimentações
O anúncio põe fim a uma série de especulações sobre os próximos passos do ex-prefeito de Barueri. Furlan já havia declarado, em outras ocasiões, seu desejo de disputar as eleições de 2026, e de fato ele vinha sendo cotado para o cargo de deputado estadual. A novidade divulgada ontem, porém, reforça a continuidade de sua filha, Bruna Furlan (Republicanos), na disputa pela reeleição na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Cenário indefinido
Ao que tudo indica, a pré-candidatura de França e Furlan é uma tentativa de pressão sobre a esquerda, já que o cenário permanece indefinido na coligação governista. Isso porque este ano haverá duas vagas ao Senado para cada Estado. Uma será disputada pela ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), que já confirmou sua pré-candidatura. A indefinição fica por conta de Marina Silva (Rede Sustentabilidade), ministra do Meio Ambiente, que também está no páreo pela segunda vaga.