Segundo levantamento, Barueri liderou entre as cidades pesquisadas em valor de lançamentos
(Imagem: Felipe Barros)
No primeiro trimestre de 2026, Barueri e Santana de Parnaíba somaram 2.828 imóveis residenciais em oferta, avaliados em aproximadamente R$ 3,35 bilhões, segundo a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP com 41 cidades do interior de São Paulo.
De acordo com o levantamento, publicado recentemente, Barueri responde pela maior parte desse estoque, com 2.737 unidades e R$ 2,8984 bilhões em Valor Global de Oferta (VGO), enquanto Santana de Parnaíba aparece com 91 unidades, avaliadas em R$ 449,2 milhões.
Em relação as unidades residenciais lançadas, em Barueri, foram 840 entre janeiro e março deste ano, com Valor Global de Lançamentos (VGL) de R$ 521,2 milhões. Com esse resultado, o município liderou entre as cidades pesquisadas em valor de lançamentos. No período, também foram comercializadas 428 unidades, que representaram um Valor Global de Vendas (VGV) de R$ 245 milhões.
Santana de Parnaíba apresenta um cenário diferente. O levantamento não registra lançamentos de imóveis residenciais no primeiro trimestre, mas aponta 10 unidades vendidas, com VGV de R$ 26,2 milhões.
Em relação as 41 cidades analisadas pelo Secovi-SP, elas representam 36% do PIB do Estado de São Paulo, enquanto concentram 35% da população paulista.
Mercado regional
No conjunto das cidades pesquisadas, o primeiro trimestre terminou com 14.127 unidades lançadas, avaliadas em R$ 5,88 bilhões. Os imóveis de dois dormitórios foram maioria, representando 66% dos lançamentos quando somadas as categorias econômica e convencional.
A faixa entre R$ 230 mil e R$ 500 mil concentrou 54% dos lançamentos. Nas vendas, foram 18.014 unidades comercializadas, com VGV de R$ 8,77 bilhões. Mais uma vez, os imóveis de dois dormitórios tiveram maior participação, com 75% das vendas, e a faixa entre R$ 230 mil e R$ 500 mil respondeu por 65% das unidades negociadas.
Já a oferta disponível chegou a 54.648 imóveis residenciais, com VGO de R$ 32,34 bilhões. Nesse estoque, 51% das unidades estão enquadradas no Minha Casa, Minha Vida e outros 49% pertencem aos demais segmentos do mercado.