Com a chegada das festas de fim de ano, muitos condomínios se mobilizam para decorar diferentes espaços das áreas comuns, como forma de celebrar as datas. Porém são necessários alguns cuidados para que a compra de adereços e decorações não sobrecarregue o orçamento.
Segundo a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), síndicos e moradores precisam planejar os gastos de acordo com o estilo da ornamentação. Em caso de decoração mais sofisticada e de maior porte, que exige a contratação de uma empresa especializada, a recomendação é realizar uma assembleia de moradores.
"São situações que, geralmente, envolvem despesas mais elevadas e precisam ser discutidas e aprovadas pelos moradores em assembleia. Outra opção é incluir os gastos com os enfeites de Natal na previsão orçamentária anual do condomínio", explica José Roberto Graiche Júnior, presidente da AABIC.
Já os empreendimentos que escolhem decorações que não exigem gastos adicionais, o presidente explica que não há necessidade de convocar uma assembleia para aprovar o tema. "Se o condomínio tiver verba disponível definida e o porte da decoração for mais simples, o próprio síndico tem autonomia para autorizar a compra da ornamentação", diz.
A formação de uma comissão para eventos que envolvam decoração, como Natal, Ano Novo, Carnaval e Copa do Mundo, pode ajudar nestas horas. "Os membros do grupo, eleitos em assembleia, também podem aproveitar os eventos para realizar ações sociais, como doações de brinquedos e alimentos, tendo o empreendimento como ponto de coleta", afirma.
De olho nos acidentes
Para minimizar os riscos de acidentes com a decoração de Natal, a AABIC recomenda seguir uma série de precauções. A primeira é que os empreendimentos utilizem luzes e enfeites adequados para cada tipo de ambiente.
Outra recomendação é verificar as condições das tomadas para impedir sobrecargas elétricas, evitando choques e até incêndios. Já nas áreas internas, é indicado manter a decoração a uma distância segura de móveis e itens que possam pegar fogo.
Em casos de reutilização de materiais antigos, vale fazer uma manutenção. "Além de prezar pela segurança, os cuidados também ajudam o condomínio a não gastar energia elétrica em excesso com a decoração", diz o presidente da AABIC.
Segundo a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), síndicos e moradores precisam planejar os gastos de acordo com o estilo da ornamentação. Em caso de decoração mais sofisticada e de maior porte, que exige a contratação de uma empresa especializada, a recomendação é realizar uma assembleia de moradores.
"São situações que, geralmente, envolvem despesas mais elevadas e precisam ser discutidas e aprovadas pelos moradores em assembleia. Outra opção é incluir os gastos com os enfeites de Natal na previsão orçamentária anual do condomínio", explica José Roberto Graiche Júnior, presidente da AABIC.
Já os empreendimentos que escolhem decorações que não exigem gastos adicionais, o presidente explica que não há necessidade de convocar uma assembleia para aprovar o tema. "Se o condomínio tiver verba disponível definida e o porte da decoração for mais simples, o próprio síndico tem autonomia para autorizar a compra da ornamentação", diz.
A formação de uma comissão para eventos que envolvam decoração, como Natal, Ano Novo, Carnaval e Copa do Mundo, pode ajudar nestas horas. "Os membros do grupo, eleitos em assembleia, também podem aproveitar os eventos para realizar ações sociais, como doações de brinquedos e alimentos, tendo o empreendimento como ponto de coleta", afirma.
De olho nos acidentes
Para minimizar os riscos de acidentes com a decoração de Natal, a AABIC recomenda seguir uma série de precauções. A primeira é que os empreendimentos utilizem luzes e enfeites adequados para cada tipo de ambiente.
Outra recomendação é verificar as condições das tomadas para impedir sobrecargas elétricas, evitando choques e até incêndios. Já nas áreas internas, é indicado manter a decoração a uma distância segura de móveis e itens que possam pegar fogo.
Em casos de reutilização de materiais antigos, vale fazer uma manutenção. "Além de prezar pela segurança, os cuidados também ajudam o condomínio a não gastar energia elétrica em excesso com a decoração", diz o presidente da AABIC.
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