Santana de Parnaíba é o município da Região Oeste com o maior número de obras atrasadas ou paralisadas. É o que diz um levantamento do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Segundo o estudo, o município tem 19 obras atrasadas e uma paralisada. Os dados são referentes ao status das intervenções até o dia 10 de janeiro deste ano.
A lista de obras em atraso inclui a reforma e ampliação do Hospital Municipal Santa Ana e três novas escolas municipais, além da passarela sobre a Avenida Yojiro Takaoka. Já a construção da UBS Refúgio dos Bandeirantes é a única obra paralisada da relação. Ao todo, segundo o Tribunal de Contas, os contratos das obras atrasadas e paralisadas somam R$69,8 milhões.
No entanto, segundo a Prefeitura, há duas obras da lista que já foram concluídas - a UBS do Sítio do Morro e a Fatec Fazendinha, o que diminui o número de intervenções com problemas para 18. Em nota, a administração municipal diz que a lista do Tribunal "não procede, em parte, pois, das obras citadas, nenhuma encontra-se paralisada, apenas tiveram pausas pontuais devido a ajustes que foram feitos de modo a atender a necessidade da população".
Outras cidades
Em Barueri, há apenas duas obras paralisadas, segundo o TCE, incluindo a instalação da cobertura da arquibancada da Arena Barueri, no valor de R$ 16,4 milhões. Já em Osasco são quatro obras atrasadas e outras três paradas, somando R$ 405 milhões em contratos. A lista inclui a canalização de um córrego e intervenções de ampliação do Terminal Vila Yara.
A cidade vizinha de Carapicuíba tem 11 obras com problemas, das quais sete em atraso e quatro paralisadas, somando R$ 104,9 milhões em contratos. Jandira, por sua vez, registra três intervenções em atraso, no valor de R$ 7,1 milhões, enquanto a cidade de Itapevi tem apenas uma obra atrasada, cujo valor de contrato é de R$ 667 mil.
A lista de obras em atraso inclui a reforma e ampliação do Hospital Municipal Santa Ana e três novas escolas municipais, além da passarela sobre a Avenida Yojiro Takaoka. Já a construção da UBS Refúgio dos Bandeirantes é a única obra paralisada da relação. Ao todo, segundo o Tribunal de Contas, os contratos das obras atrasadas e paralisadas somam R$69,8 milhões.
No entanto, segundo a Prefeitura, há duas obras da lista que já foram concluídas - a UBS do Sítio do Morro e a Fatec Fazendinha, o que diminui o número de intervenções com problemas para 18. Em nota, a administração municipal diz que a lista do Tribunal "não procede, em parte, pois, das obras citadas, nenhuma encontra-se paralisada, apenas tiveram pausas pontuais devido a ajustes que foram feitos de modo a atender a necessidade da população".
Outras cidades
Em Barueri, há apenas duas obras paralisadas, segundo o TCE, incluindo a instalação da cobertura da arquibancada da Arena Barueri, no valor de R$ 16,4 milhões. Já em Osasco são quatro obras atrasadas e outras três paradas, somando R$ 405 milhões em contratos. A lista inclui a canalização de um córrego e intervenções de ampliação do Terminal Vila Yara.
A cidade vizinha de Carapicuíba tem 11 obras com problemas, das quais sete em atraso e quatro paralisadas, somando R$ 104,9 milhões em contratos. Jandira, por sua vez, registra três intervenções em atraso, no valor de R$ 7,1 milhões, enquanto a cidade de Itapevi tem apenas uma obra atrasada, cujo valor de contrato é de R$ 667 mil.
Ao todo, o Estado de São Paulo tem 1412 obras com problemas, das quais 716 estão paralisadas e 696 atrasadas. Os contratos relacionadas a todas elas chegam a R$43,1 bilhões.
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