As Câmaras de Vereadores de Barueri e Santana do Parnaíba devem retomar os trabalhos legislativos na terça-feira (4), quando ambas realizam a primeira sessão parlamentar do ano - que também terá eleições municipais, o que significa que muitos dos vereadores irão concorrer à reeleição.
Para os presidentes das duas Casas, não há risco de a disputa prejudicar a atuação dos representantes.
"A gente tem de respeitar a legislação eleitoral e não podemos misturar as coisas", diz o presidente da Câmara de Parnaíba, Evanilson Martins. "O ano eleitoral não vai travar travar o que já está em andamento", afirma. Fabião (PSDB), que preside o legislativo barueriense, vai na mesma linha. "Não vai atrapalhar em nada, até porque a Câmara está com uma equipe bem redonda", diz
Uma rápida pesquisa no site das duas Câmaras, porém, mostra que o risco de queda na produtividade é real.
Em 2015, 128 Projetos de Lei e Projetos de Lei Complementar foram apresentadas no legislativo barueriense. No ano seguinte, quando houve eleições municipais, o número caiu para 78 - uma queda de 39%.
Parnaíba
Para os presidentes das duas Casas, não há risco de a disputa prejudicar a atuação dos representantes.
"A gente tem de respeitar a legislação eleitoral e não podemos misturar as coisas", diz o presidente da Câmara de Parnaíba, Evanilson Martins. "O ano eleitoral não vai travar travar o que já está em andamento", afirma. Fabião (PSDB), que preside o legislativo barueriense, vai na mesma linha. "Não vai atrapalhar em nada, até porque a Câmara está com uma equipe bem redonda", diz
Uma rápida pesquisa no site das duas Câmaras, porém, mostra que o risco de queda na produtividade é real.
Em 2015, 128 Projetos de Lei e Projetos de Lei Complementar foram apresentadas no legislativo barueriense. No ano seguinte, quando houve eleições municipais, o número caiu para 78 - uma queda de 39%.
Parnaíba
No município vizinho a situação não foi diferente. Em 2015, foram 85 propostas apresentadas na Câmara de Santana do Parnaíba, considerando apenas Projetos de Lei e Projetos de Lei Complementar. Um ano depois, com o horizonte da reeleição à vista, o número foi menor: 76 projetos, uma redução de 10,5%.
Além disso, as duas Casas ainda não têm nenhuma pauta definida, o que só deve acontecer quando os parlamentares efetivamente reiniciarem os trabalhos. "Vamos fazer a reabertura e a partir daí apresentar novos projetos", afirma Martins. "Nós fazemos ter uma reunião com as comissões na segunda-feira (3), e aí a pauta será decidida", complementa Fabião.
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