Lula venceu Bolsonaro por uma diferença de mais de 1,5 milhão de votos (Foto: Divulgação)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que já dirigiu o país por duas vezes, foi eleito novamente presidente do país para o mandato que vai de 2023 a 2026, com 99% das urnas apuradas neste domingo (30), quando ocorreu o 2º Turno das eleições.
No total, o petista conquistou 50,86% dos votos, contra 49,14% do atual presidente que buscava à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).
Lula venceu Bolsonaro por uma diferença de mais de 1,5 milhão de votos. No primeiro turno do pleito, a diferença de Lula para Bolsonaro foi de mais de 6 milhões de votos.
Pela manhã, enquanto votava, Lula disse que se ganhasse as eleições teria pouco temop antes da posse, dois meses. "Não é um tempo muito grande para fazer uma transição, que eu não sei se o governo vai querer fazer, para você montar um governo conversando com todas as forças políticas que me apoiaram e mesmo gente que não me apoiou mas são pessoas importantes na sociedade brasileira", destacou.Em Barueri, foram 48,30% dos votos para Lula; Bolsonaro somou 51,70%. Em Santana de Parnaíba, foi 45,18% e 54,82%, respectivamente.
Já Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi o vitorioso na disputa ao governo do Estado, levando 55,32% dos votos válidos, contra 44,68% dos conquistados por Fernando Haddad (PT), candidato apoiado por Lula.
Ocorrências
Apesar de não ter registrado nenhuma ocorrência de maior gravidade, ainda que tenham sido anotadas ocorrências de brigas e desintendimentos, o clima ficou mais tenso mesmo no período da tarde, quando a Polícia Rodoviária Federal (PRF) descumpriu ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e parou em blitze dia da votação do segundo turno, pelo menos 610 ônibus fazendo transporte de eleitores.
No sábado (29), o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, havitada determinado que a PRF realizasse qualquer operação relacionada ao transporte público de eleitores, para não atrapalhar a votação.
Ainda assim, após intimar o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasquez, para prestar esclarecimentos sobre as operações, Moraes afirmou que nenhuma delas impediu que as pessoas registrassem seus votos. "Se houve desvio de finalidade e se houve abuso de poder, no âmbito do TSE isso é crime eleitoral e, no âmbito da Justiça comum, nós enviaremos para que sejam responsabilizados seja por ato de improbidade administrativa seja por crime comum", afirmou
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