Segundo enquete, maioria pretende gastar entre R$ 100 e R$ 300, com preferência por roupas
(Imagem: Freepik)
O Dia das Mães tem grande força no calendário do varejo brasileiro e, neste ano, não deve ser diferente. Enquete da FA revelou que a grande parte dos respondentes deve comprar algum presente para o momento.
Considerada a segunda data mais importante do setor, atrás apenas do Natal, a ocasião movimentou cerca de R$ 14,37 bilhões no último ano, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com crescimento moderado nas vendas totais.
O destaque ficou por conta do comércio eletrônico, que registrou avanço de 26%, alcançando faturamento de aproximadamente R$ 12 bilhões. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento no volume de compras, mesmo diante de uma queda de 3% no ticket médio, sinalizando um comportamento mais cauteloso por parte do consumidor, que tem priorizado produtos de menor valor.
Já o comércio físico apresentou crescimento mais discreto, de 3,3%, indicando um cenário de recuperação gradual, mas ainda com maior seletividade nas decisões de consumo.
Compras na região
Uma enquete realizada recentemente pela reportagem da Folha de Alphaville nas redes sociais mostrou que 60% dos respondentes pretendem comprar um presente para a celebrar a data.
A maior parte (61%) revelou que planeja gastar entre R$ 100 e R$ 300, reforçando o movimento de busca por opções mais acessíveis. O levantamento da reportagem destacou ainda que os shoppings seguem como principal destino de compra, escolhidos por 41% dos participantes, enquanto 27% devem optar pelas lojas online.
Além disso, em relação ao tipo de presente que será comprado, roupas e acessórios lideram a preferência (55%), seguidos por experiências — como jantares, viagens ou serviços de bem-estar — com 21%. Já eletrônicos aparecem com 14%, enquanto flores e chocolates somam 10% das intenções.
Os dados indicam que, mesmo diante de um cenário econômico mais desafiador, o Dia das Mães mantém seu apelo emocional e comercial, adaptando-se a um consumidor mais atento ao orçamento, mas ainda disposto a celebrar a data.