Sócio da Dozza restaurante está otimista com a retomada do setor (Divulgação)
O Governo de São Paulo anunciou na quarta-feira (15) o Retoma SP, programa de meio bilhão de reais em investimentos para os setores mais afetados durante a pandemia da COVID-19.
Dentre as principais medidas estão a redução do ICMS de bares e restaurantes para 3,2% e a criação do "Linha Nome Limpo", com crédito especial de R$ 100 milhões para empresários que ficaram com o nome sujo por causa da pandemia.
Para o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, que também representa a FHORESP (Federação Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), na qual é vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais as conquistas são grandes vitórias para o setor. "Aqueles estabelecimentos que não fecharam, hoje, lutam para sobreviver", afirmou Edson.
O sócio da Dozza Restaurante, Roberto Barsomian Filho, que tem quatro unidades, sendo uma delas em Alphaville, está otimista para a retomada. "Na região de Alphaville a tendência é ser até melhor, porque diminuindo o home office, sobe o movimento dos restaurantes", disse.
Dentre as principais medidas estão a redução do ICMS de bares e restaurantes para 3,2% e a criação do "Linha Nome Limpo", com crédito especial de R$ 100 milhões para empresários que ficaram com o nome sujo por causa da pandemia.
Para o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, que também representa a FHORESP (Federação Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo), na qual é vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais as conquistas são grandes vitórias para o setor. "Aqueles estabelecimentos que não fecharam, hoje, lutam para sobreviver", afirmou Edson.
O sócio da Dozza Restaurante, Roberto Barsomian Filho, que tem quatro unidades, sendo uma delas em Alphaville, está otimista para a retomada. "Na região de Alphaville a tendência é ser até melhor, porque diminuindo o home office, sobe o movimento dos restaurantes", disse.
Sobre o programa do Estado, Roberto argumenta "que o ICMS voltou ao que era", já que tinha sido ajustado na pandemia para 3,69%. "Pelo menos agora não teremos essa alta de carga. Para quem não tinha uma estrutura grande, infelizmente, foi difícil suportar o que nosso ramo passou", finalizou.
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