O mundo entrou em estado de alerta por conta de uma nova doença que surgiu na China: coronavírus. O vírus já infectou milhares de pessoas e matou 170 no país. No Brasil, na quarta-feira (29), o Ministério da Saúde divulgou nove casos suspeitos em seis estados, como São Paulo. Entre os sintomas da doença estão febre, tosse, dificuldade em respirar e falta de ar. A forma mais comum de contágio é pelo ar.
Apesar da situação alarmante que o novo vírus causa, que pode ser evitada com cuidados básicos de higiene, no momento, é preciso ficar atento à outra doença que começa a dar sinais de um possível retorno: a febre amarela.Nos últimos seis meses, o Ministério da Saúde registrou a morte de 38 macacos pela infecção em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. As chuvas abundantes são propícias para o aparecimento de criadouros de mosquitos que transmitem a doença.
O último surto de febre amarela foi em 2017, em que milhares de ocorrências foram anotadas no país. "A morte de macacos é um sinal de alerta. Isso indica que medidas de prevenção devem ser reforçadas, especialmente a vacinação, que é a principal forma de prevenção", apontou
Celso Granato, infectologista da Unifesp.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica "Prof. Alexandre Vranjac" (CVE), em 2019, até 18 de novembro, foram registrados 67 casos autóctones de febre amarela silvestre no Estado. Em 2018, foram confirmados 503 casos autóctones. "Não houve notificação para casos de febre amarela em Barueri e Santana de Parnaíba nestes períodos".
"Além da vacinação, as prefeituras devem fazer o controle dos mosquitos, estimulando a população a eliminar os criadouros domésticos", disse Granato.
Vacinação
A vacina contra a febre amarela deve ser aplicada em crianças a partir de 9 meses até menores de 60 anos. Desde abril de 2017, o Brasil adotou o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida. Mas este ano, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo adotou a dose de reforço para as crianças com 4 anos.
"Pessoas que se vacinaram uma vez não precisariam mais se vacinar, mas o Ministério da Saúde recomenda que aquelas que se imunizaram há mais de 10 anos tomem uma dose de reforço", explicou Granato.
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