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Cada voto obtido pelo prefeito reeleito de Itapevi, Igor Soares (PODE), candidato mais votado no primeiro turno destas eleições, na região e no Estado de São Paulo em percentual de votos válidos, "custou" R$7,53, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse é o valor da razão entre as despesas contratadas pela campanha e os votos que ele obteve.
A reportagem considerou os concorrentes que disputaram a vaga para o cargo majoritário nos munícipios que compõem o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste): Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus. Não foram analisadas as cidades de Araçariguama e Vargem Grande Paulista.
O gestor eleito de Pirapora do Bom Jesus, Dany Floresti (PSD) foi o que mais gastou por voto, R$ 17,48. Ele, que registrou R$ 84,2 mil em despesas, foi escolhido por 4.817 eleitores, 47,01%. Na sequência, aparece o prefeito reeleito de Cotia, Rogério Franco (PSD), que obteve 57.059 votos (49,30%). Franco 'aplicou' R$ 837,4 mil, R$14,67 por eleitor. Também reeleito, em Osasco, Rogério Lins (PODE) gastou R$ 9,84 por voto, total de R$ 2 milhões. Lins registrou 60,94% dos votos válidos, 204.207 eleitores.
O veterano Rubens Furlan, que comandará a cidade de Barueri pela sexta vez, anotou 85,35% dos votos válidos (145.377). O tucano contabilizou R$ 1,3 milhão em despesas na sua campanha, custo de R$9,35 por eleitor.
O prefeito de Santana de Parnaíba, Marcos Tonho, que cumpre mandato de vereador e também é do PSDB, recebeu 53,46% dos votos válidos (33.828). Tonho gastou R$9,27 por voto; R$ 313,7 mil no geral. Reeleito prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves (PSDB), empenhou um centavo de diferença por voto em relação ao Tonho, R$ 9,26 por pessoa. Ele foi eleito com 72,69% dos votos válidos (128.773). Neves gastou R$ 1,1 milhão para vencer nas urnas. O Dr. Sato (PSDB) contabilizou 23.586 votos (45,73%), foi R$ 6,74 por eleitor; custo total de R$159,1 mil.
São Paulo
Na capital, o prefeito Bruno Covas (PSDB), candidato mais votado no primeiro turno gastou R$ 8,73 por voto. É duas vezes e meia mais do que o adversário, Guilherme Boulos (PSOL), que teve um "custo" de R$3,67 por voto. Os dois se enfrentarão novamente no segundo turno, no domingo (29).
Prestação de contas
A reportagem considerou os concorrentes que disputaram a vaga para o cargo majoritário nos munícipios que compõem o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste): Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus. Não foram analisadas as cidades de Araçariguama e Vargem Grande Paulista.
O gestor eleito de Pirapora do Bom Jesus, Dany Floresti (PSD) foi o que mais gastou por voto, R$ 17,48. Ele, que registrou R$ 84,2 mil em despesas, foi escolhido por 4.817 eleitores, 47,01%. Na sequência, aparece o prefeito reeleito de Cotia, Rogério Franco (PSD), que obteve 57.059 votos (49,30%). Franco 'aplicou' R$ 837,4 mil, R$14,67 por eleitor. Também reeleito, em Osasco, Rogério Lins (PODE) gastou R$ 9,84 por voto, total de R$ 2 milhões. Lins registrou 60,94% dos votos válidos, 204.207 eleitores.
O veterano Rubens Furlan, que comandará a cidade de Barueri pela sexta vez, anotou 85,35% dos votos válidos (145.377). O tucano contabilizou R$ 1,3 milhão em despesas na sua campanha, custo de R$9,35 por eleitor.
O prefeito de Santana de Parnaíba, Marcos Tonho, que cumpre mandato de vereador e também é do PSDB, recebeu 53,46% dos votos válidos (33.828). Tonho gastou R$9,27 por voto; R$ 313,7 mil no geral. Reeleito prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves (PSDB), empenhou um centavo de diferença por voto em relação ao Tonho, R$ 9,26 por pessoa. Ele foi eleito com 72,69% dos votos válidos (128.773). Neves gastou R$ 1,1 milhão para vencer nas urnas. O Dr. Sato (PSDB) contabilizou 23.586 votos (45,73%), foi R$ 6,74 por eleitor; custo total de R$159,1 mil.
São Paulo
Na capital, o prefeito Bruno Covas (PSDB), candidato mais votado no primeiro turno gastou R$ 8,73 por voto. É duas vezes e meia mais do que o adversário, Guilherme Boulos (PSOL), que teve um "custo" de R$3,67 por voto. Os dois se enfrentarão novamente no segundo turno, no domingo (29).
Prestação de contas
Os eleitos devem apresentar as contas até o dia 15 de dezembro, para que possam ser analisadas em tempo da diplomação, que deve ocorrer até 18 de dezembro.
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