Caixa financiará ações no período eleitoral (Pixabay)
Os candidatos a prefeito da região já conseguiram 'injetar' R$ 846,1 mil para financiar suas campanhas, de acordo com pesquisa da reportagem junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na quarta-feira (14). Os dados consideram os disputantes ao cargo majoritário nas cidades de Barueri e Santana de Parnaíba.
Rubens Furlan (PSDB), prefeito de Barueri, declarou o maior valor, R$ 594 mil, sendo R$ 590 mil de fundos partidários. Na cidade, na sequência, aparece Mari Tavelli, candidata do PSB, com R$ 100,2 mil e Julio Leal (PMN), que aplicou R$ 1,5 mil com recursos próprios. Reinaldo Monteiro (PROS), Baltasar Rosa (PT) e Capitão Ataliba (PODE) não informaram ainda os valores. Em Santana de Parnaíba, o candidato do PSDB, o vereador Marcos Tonho, registrou a maior quantia: R$78,3 mil, sendo R$ 63,3 mil financiados por pessoas físicas. O Dr. Danilo Ferraresi (PTB) conta com R$67,5 mil, sendo R$ 55 mil em recursos próprios e Juliana Capitã e Médica (PRTB), R$ 4,5 mil. Não há informações do Dr. Daniel Junior (PSOL) e Silvinho Peccioli (PSD).
Contratos
Quem é Dalide Corrêa, advogada que recebia R$ 33 mi por ano do Master e 'canal direto do STF'
CRIME ORGANIZADO
Operação sobre PCC e empresas de ônibus cumpre mandados em Santana de Parnaíba
Orçamento
MP junto ao TCU pede cautelar para suspender decreto que aumentou valor do Bolsa Família
Pesquisa eleitoral
No 1º turno, Lula tem 44,1% e Flávio tem 41,7%, mostra Atlas/Bloomberg
Caso Master
41,2% veem aliados de Bolsonaro mais ligados ao Master; 40,2% apontam os de Lula, diz pesquisa
Racha no STF
Gilmar envia ofício a Fux apontando condução indevida no julgamento sobre diretor da PF
Investigação
Milton Leite é alvo de operação contra infiltração do PCC no transporte público
Imbróglio
STF adia decisão sobre reunião de casos envolvendo Moraes e Mendonça
Inelegível
Marçal é substituído por Leonardo Avalanche na chapa do PRTB pela corrida ao Planalto
Primeira-Dama
Janja adesiva carros, canta jingle de Lula e ignora perguntas sobre caso Moraes