"As Forças Armadas são protegidas pela lei de segurança nacional, que no seu artigo 23 diz claramente a animosidade entre as forças armadas ou entre essas e as classes sociais e civis. Em citar a animosidade das forças armadas é um crime, além de muito desagradável, o que está acontecendo. Esses ataques feitos por essa figura estranha que nem sei onde mora, endossados pelo filho do presidente, com a concordância do presidente. Portanto, todos estão juntos",
falou Bruna.
"Senão, o senhor não vai conseguir segurar este parlamento". Bruna citou que Bolsonaro disse que foi seu filho quem o elegeu. "Não foi, foi a população. Mas, pode ser seu filho que irá tirá-lo se continuar com esse crime de responsabilidade, colocando as forças armadas contra a população",
concluiu Bruna.