Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou a redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 5,5%. O percentual é o menor desde o início do regime de metas de inflação, em 1999.
Esta é a segunda redução consecutiva da taxa. De março de 2018 a julho de 2019, a faixa estava em 6,5%. Entre julho e setembro, foi cortada para 6%. A expectativa é de que, no fim de outubro, quando acontece a próxima reunião do Copom, ela seja reduzida para 5%, ficando assim até o fim de 2020.
Segundo Simoni Bianchi, CFO da construtora A.Yoshii, a redução da taxa de juros teve início no segundo semestre de 2016, quando uma crise no mercado imobiliário impactou fortemente as incorporadoras. "Já no segundo semestre de 2017 ainda em movimento de queda a taxa reduziu a um digito e a partir daí o impacto começou a ser mais positivo nas incorporadoras".
Ainda de acordo com ela, este é o momento para investir em imóveis. "Com a redução da taxa Selic, o investimento em imóveis passa a ficar bem mais atrativos pelo motivo dos preços ainda estarem em retomada, ou seja, os preços caíram com os estoques elevados e hoje com a redução deles e aumento da demanda, devem subir gradativamente. Este é o momento ideal para comprar imóveis, prontos ou na planta, aproveitando as baixas taxas de financiamento para pessoa física", destacou.
Taxa Selic
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As reduções acontecem quando o Comitê de Política Monetária (Copom) está seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.
Em comunicado divulgado após a decisão de redução da taxa, o Banco Central disse que "indicadores de atividade econômica sugerem retomada do processo de recuperação da economia brasileira e supõe-se que essa retomada ocorrerá em ritmo gradual".
Esta é a segunda redução consecutiva da taxa. De março de 2018 a julho de 2019, a faixa estava em 6,5%. Entre julho e setembro, foi cortada para 6%. A expectativa é de que, no fim de outubro, quando acontece a próxima reunião do Copom, ela seja reduzida para 5%, ficando assim até o fim de 2020.
Segundo Simoni Bianchi, CFO da construtora A.Yoshii, a redução da taxa de juros teve início no segundo semestre de 2016, quando uma crise no mercado imobiliário impactou fortemente as incorporadoras. "Já no segundo semestre de 2017 ainda em movimento de queda a taxa reduziu a um digito e a partir daí o impacto começou a ser mais positivo nas incorporadoras".
Ainda de acordo com ela, este é o momento para investir em imóveis. "Com a redução da taxa Selic, o investimento em imóveis passa a ficar bem mais atrativos pelo motivo dos preços ainda estarem em retomada, ou seja, os preços caíram com os estoques elevados e hoje com a redução deles e aumento da demanda, devem subir gradativamente. Este é o momento ideal para comprar imóveis, prontos ou na planta, aproveitando as baixas taxas de financiamento para pessoa física", destacou.
Taxa Selic
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As reduções acontecem quando o Comitê de Política Monetária (Copom) está seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.
Em comunicado divulgado após a decisão de redução da taxa, o Banco Central disse que "indicadores de atividade econômica sugerem retomada do processo de recuperação da economia brasileira e supõe-se que essa retomada ocorrerá em ritmo gradual".
Além disso, o comitê ressaltou que o avanço das reformas e ajustes no Brasil está ajudando. "Continuar neste processo é essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia".
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