(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Os juros médios cobrados em maio pelas empresas de cartão de crédito rotativo são mais altos no Brasil, enquanto os do cheque especial e do crédito consignado caíram. É o que informam as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas na sexta-feira (27) pelo Banco Central (BC).
De acordo com o BC, em maio, os juros médios dos cartões de crédito rotativo podem chegar a 449,9% ao ano, o que representa alta de 5,7 pontos percentuais (pp), na comparação com o mês anterior (444,2%).
A cobrança do rotativo é feita quando o valor total da fatura não é pago até os dados de vencimento do cartão de crédito, levando o cliente a ter de parcelar o que é devido.
Já os juros médios cobrados pelo cheque especial ficaram em 134,7% ao ano.
Consignado
Outra modalidade de crédito que tem sido muito usada pelos brasileiros é a do consignado. Segundo o BC, no mês de maio houve queda de 0,4 pp na modalidade, na comparação com o mês anterior, ficando em 26,5% (consignado total).
No caso do consignado cobrado em maio na folha dos servidores públicos (mais barato em função das garantias dadas pela estabilidade no emprego), os juros cobrados venceram em 24,8% ao ano. Para o consignado dos trabalhadores do setor privado, o percentual sobe para 55,6% ao ano.
De acordo com o BC, em maio, os juros médios dos cartões de crédito rotativo podem chegar a 449,9% ao ano, o que representa alta de 5,7 pontos percentuais (pp), na comparação com o mês anterior (444,2%).
A cobrança do rotativo é feita quando o valor total da fatura não é pago até os dados de vencimento do cartão de crédito, levando o cliente a ter de parcelar o que é devido.
Já os juros médios cobrados pelo cheque especial ficaram em 134,7% ao ano.
Consignado
Outra modalidade de crédito que tem sido muito usada pelos brasileiros é a do consignado. Segundo o BC, no mês de maio houve queda de 0,4 pp na modalidade, na comparação com o mês anterior, ficando em 26,5% (consignado total).
No caso do consignado cobrado em maio na folha dos servidores públicos (mais barato em função das garantias dadas pela estabilidade no emprego), os juros cobrados venceram em 24,8% ao ano. Para o consignado dos trabalhadores do setor privado, o percentual sobe para 55,6% ao ano.
Nos consignados adquiridos por beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o juro devido estava em 24,3%, também tendo como maio como mês de referência.
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