Segundo a justiça, quatro dos condenados eram militares (Rafaela Biazi)
A Justiça Militar da União em São Paulo condenou nove pessoas pelo furto e comercialização de armamentos de grosso calibre do Arsenal de Guerra de Barueri. Segundo a Justiça, quatro dos condenados eram militares do Exército Brasileiro e cinco são civis. Os crimes ocorreram no dia 7 de setembro de 2023, feriado da Independência do Brasil, quando a unidade militar estava sem expediente.
A ausência do armamento, que estava no Arsenal de Guerra em Barueri, foi identificada somente no dia 10 de outubro durante inspeção. Na época, o Exército informou ter notado a falta de 21 metralhadoras, sendo 13 de calibre .50 ─ capazes de derrubar aeronaves ─ e oito de calibre 7,62. Mas, além disso, também foi roubado um fuzil.
Os principais executores do crime, informou a Justiça, eram dois ex-cabos do Exército que foram condenados a 17 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, pelo crime de peculato-furto. Um deles era motorista, e o outro era auxiliar na Seção de Transporte.
Também foi condenado o chefe da Seção de Inteligência, um tenente do Exército, que recebeu uma pena total de 9 meses de detenção por inobservância de lei, regulamento ou instrução e por peculato culposo, já que ele teria emitido ordem para que os veículos não fossem revistados ao entrarem ou saírem do local, o que facilitou a subtração das armas.
Já o tenente-coronel que comandava o Arsenal de Guerra à época dos fatos foi condenado a seis meses de suspensão do exercício do posto. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público Militar, esse tenente-coronel teria sido negligente ao descumprir normas do Exército. Os nomes dos condenados não foram revelados.
Além deles, foram condenados cinco civis pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo. Um deles recebeu uma pena de 14 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão. Os demais receberam penas de 18 anos de reclusão, todos em regime fechado. Eles também foram penalizados com multa.
A ausência do armamento, que estava no Arsenal de Guerra em Barueri, foi identificada somente no dia 10 de outubro durante inspeção. Na época, o Exército informou ter notado a falta de 21 metralhadoras, sendo 13 de calibre .50 ─ capazes de derrubar aeronaves ─ e oito de calibre 7,62. Mas, além disso, também foi roubado um fuzil.
Os principais executores do crime, informou a Justiça, eram dois ex-cabos do Exército que foram condenados a 17 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, pelo crime de peculato-furto. Um deles era motorista, e o outro era auxiliar na Seção de Transporte.
Também foi condenado o chefe da Seção de Inteligência, um tenente do Exército, que recebeu uma pena total de 9 meses de detenção por inobservância de lei, regulamento ou instrução e por peculato culposo, já que ele teria emitido ordem para que os veículos não fossem revistados ao entrarem ou saírem do local, o que facilitou a subtração das armas.
Já o tenente-coronel que comandava o Arsenal de Guerra à época dos fatos foi condenado a seis meses de suspensão do exercício do posto. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público Militar, esse tenente-coronel teria sido negligente ao descumprir normas do Exército. Os nomes dos condenados não foram revelados.
Além deles, foram condenados cinco civis pelo crime de comércio ilegal de arma de fogo. Um deles recebeu uma pena de 14 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão. Os demais receberam penas de 18 anos de reclusão, todos em regime fechado. Eles também foram penalizados com multa.
O caso
As investigações apontaram que, no feriado de 7 de setembro, os dois cabos do Exército arrombaram os cadeados e o lacre do depósito onde estavam as armas, além de terem desativado o alarme do local. Em seguida, eles colocaram as armas em uma caminhonete e deixaram o local sem serem revistados. Todo o armamento furtado foi entregue a civis, que o repassaram a integrantes de organizações criminosas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Durante as investigações, 20 das 22 armas subtraídas foram recuperadas. No dia 19 de outubro de 2023, a Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou oito armamentos no bairro da Gardênia Azul, abandonados dentro de um carro. Em 1º de novembro, outras duas metralhadoras foram localizadas no Recreio dos Bandeirantes, também na capital fluminense.
As investigações apontaram que, no feriado de 7 de setembro, os dois cabos do Exército arrombaram os cadeados e o lacre do depósito onde estavam as armas, além de terem desativado o alarme do local. Em seguida, eles colocaram as armas em uma caminhonete e deixaram o local sem serem revistados. Todo o armamento furtado foi entregue a civis, que o repassaram a integrantes de organizações criminosas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Durante as investigações, 20 das 22 armas subtraídas foram recuperadas. No dia 19 de outubro de 2023, a Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou oito armamentos no bairro da Gardênia Azul, abandonados dentro de um carro. Em 1º de novembro, outras duas metralhadoras foram localizadas no Recreio dos Bandeirantes, também na capital fluminense.
Já no dia 21 de outubro, policiais civis encontraram nove armas em meio à mata do município de São Roque (SP), após confronto com criminosos. Duas metralhadoras ainda seguem desaparecidas.
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