Maurício Carrer, CEO da InstaCasa, é morador de Alphaville (Divulgação)
Com o cenário pós-pandemia, a procura por profissionais ligados ao meio digital tem crescido. Segundo um estudo desenvolvido pelo Centre for Public Impact (CPI), em parceria com a Fundação Brava e o BrazilLAB, estima-se que até 2024 sejam necessários mais de 300 mil profissionais no setor. O Brasil tem o maior déficit entre 10 avaliações na América Latina, ou seja, a maior diferença entre a demanda e a oferta.
Na região, o cenário se repete. De acordo com o CEO da Instacasa, Maurício Carrer, morador de Alphaville, a qualificação dos profissionais da área é boa, porém eles são escassos. "Em geral, são muito caros. A minha percepção é de que varia bastante sobre qual tecnologia você está buscando", explicou.
A startup, que se posiciona como o "decorado" do lote, permitindo que um potencial comprador visualize diversas opções de projetos de arquitetura, utilizando realidade aumentada, está desenvolvendo tecnologias aliadas à inteligência artificial. "Trabalho quase todo interno, ao invés de buscar mão de obra externa. Estamos contratando um gestor para buscar um time de tecnologia", contou o CEO. A Instacasa possui 25 colaboradores na equipe e estima que esse número dobre no próximo ano.
Formação
Dados do Inep mostram que apenas 46 mil pessoas se formam na área por ano. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), que reúne companhias de tecnologia da informação, a desistência nos cursos é de 70%.
O coordenador de Educação Continuada da Faculdade de Computação e Informática do Mackenzie, Dirceu Junior, afirmou que o mercado está aquecido.
A Universidade oferece cursos na área, modalidades presencial e EAD, inclusive no Campus Alphaville. "É difícil mensurar a evasão este ano por conta da pandemia. Há desistências porque, na minha avaliação, alunos não se adaptam ao EAD. Mas, tem registrado aumento na procura", disse.
Dados da Brasscom mostram que, mesmo com a crise provocada pelo novo coronavírus, houve mais contratações do que demissões.
Na região, o cenário se repete. De acordo com o CEO da Instacasa, Maurício Carrer, morador de Alphaville, a qualificação dos profissionais da área é boa, porém eles são escassos. "Em geral, são muito caros. A minha percepção é de que varia bastante sobre qual tecnologia você está buscando", explicou.
A startup, que se posiciona como o "decorado" do lote, permitindo que um potencial comprador visualize diversas opções de projetos de arquitetura, utilizando realidade aumentada, está desenvolvendo tecnologias aliadas à inteligência artificial. "Trabalho quase todo interno, ao invés de buscar mão de obra externa. Estamos contratando um gestor para buscar um time de tecnologia", contou o CEO. A Instacasa possui 25 colaboradores na equipe e estima que esse número dobre no próximo ano.
Formação
Dados do Inep mostram que apenas 46 mil pessoas se formam na área por ano. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), que reúne companhias de tecnologia da informação, a desistência nos cursos é de 70%.
O coordenador de Educação Continuada da Faculdade de Computação e Informática do Mackenzie, Dirceu Junior, afirmou que o mercado está aquecido.
A Universidade oferece cursos na área, modalidades presencial e EAD, inclusive no Campus Alphaville. "É difícil mensurar a evasão este ano por conta da pandemia. Há desistências porque, na minha avaliação, alunos não se adaptam ao EAD. Mas, tem registrado aumento na procura", disse.
Dados da Brasscom mostram que, mesmo com a crise provocada pelo novo coronavírus, houve mais contratações do que demissões.
Entre o final de 2019 e agosto de 2020, houve uma variação de 0,65% o que representou um acréscimo de 10.206 novos postos de trabalho na área.
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