Os brasileiros gastaram US$ 1,8 bilhão em viagens internacionais em julho, o maiorvalor desde 2014, quando foi registrado US$ 2,4 bilhões. Em relação ao mês anterior, houve um crescimento de 24%, com US$ 1,5 bilhão. Se a comparação for em relação ao mesmo período do ano passado, contudo, a alta foi de 9,75%, já que na época foram gastos US$ 1,7 bilhão. Os dados são do Banco Central (BC).
No acumulado de janeiro a junho deste ano, por sua vez, os brasileiros tiveram um custo menor em passagens aéreas e outros serviços relacionados com viagens internacionais. O montante durante a época foi de US$ 10,7 bilhões, queda de 5,3% na comparação com o mesmo período de 2018 (US$ 11,3 bilhões). O que propiciou esse aumento foi o dólar mais barato, de acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha.
Em maio, a taxa média de câmbio estava em R$ 4; em junho, esse número caiu para R$ 3,86; e, em julho, o dólar chegou a R$ 3,75. Esses valores impulsionaram as viagens internacionais nos últimos meses, segundo o BC. O mesmo resultado, no entanto, pode se alterar em agosto. "Aparentemente, o aumento do câmbio em agosto vai reduzir as despesas com viagens", destacou Rocha.
Dados preliminares até o dia 22 mostram que as despesas chegaram a US$ 992 milhões, enquanto as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 314 milhões. As viagens internacionais fazem parte da conta de serviços - viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros. Para medir as contas externas, o BC utiliza a metodologia internacional. Dentro da conta de serviços, além dos gastos com viagem, estão inclusas novas linhas, como atividades de propriedade intelectual (antigos royalties), e telecomunicações, computação e informações, que capta despesas com software, por exemplo, além de pesquisa, desenvolvimento, publicidade, engenharia, arquitetura, limpeza e despoluição, e serviços culturais, pessoais e recreativos.
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