(SSP)
O Ministério Público de São Paulo recuou no pedido de soltura e denunciou Fábio Seoane Soalheiro, suspeito de matar a namorada, Bruna Martello Carvalho, de 35 anos. Conforme revelado pelo Estadão, o promotor Vitor Petri havia pedido à Justiça a revogação da prisão do suspeito. Na ocasião, ele apontou que os laudos necroscópicos foram inconclusivos e que a determinação da causa da morte de dependia dos resultados dos exames toxicológico e anatomopatológico.
Entretanto, na denúncia, publicada nesta segunda-feira, 18, o mesmo promotor aponta que o crime foi praticado com emprego de asfixia, já que a vítima foi asfixiada até a morte. A defesa dele alega inocência (veja mais abaixo).
Bruna foi encontrada morta no dia 3 de agosto, dentro do apartamento onde o casal vivia, em Alphaville, na cidade de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo.
"Na madrugada dos fatos, o casal tornou a discutir, instante em que Fábio agrediu a vítima e a asfixiou até a morte, conforme laudo."
"O crime foi praticado contra mulher por razões da condição e do sexo feminino, em situação de violência doméstica e com menosprezo a sua condição de mulher."
Relembre o caso
No dia da morte de Bruna, Soalheiro acionou o resgate até o apartamento onde viviam e alegou que a namorada teve uma convulsão. Ao chegar à residência do casal, guardas municipais de Barueri encontraram a vítima com ferimentos na cabeça e nas pernas, além de sinais que indicassem uma briga na casa - como móveis revirados, manchas de sangue e tufos de cabelo espalhados O suspeito também apresentava hematomas nas mãos.
Ele foi levado à delegacia e indiciado por feminicídio. Ele teve a prisão preventiva decretada em audiência de custódia realizada um dia após o suposto crime. À polícia, ele alegou inocência e disse que Bruna teve uma convulsão.
A defesa de Soalheiro sustenta a versão de que a vítima não morreu por "interferência humana". "Trabalhamos com a tese de que ele (Fábio Soalheiro) não foi o autor do homicídio, que precisam de maiores esclarecimentos e eventualmente se apura algum crime culposo ou de omissão de socorro", afirmou o advogado Rodolfo Warmeling ao Estadão.
O defensor também desmente ter havido uma briga entre o casal: "Inclusive, os relatos é de que eles estavam bem, comemoraram o aniversário de Bruna juntos." Soalheiro já possui um mandado de prisão expedido pela Justiça de Santa Catarina por descumprimento de medida protetiva, em decorrência de um caso de violência doméstica.
Bruna queria separação, diz família
De acordo com a família de Bruna, o casal mantinha um relacionamento conturbado e ela teria enviado mensagens à mãe informando que gostaria de romper com Soalheiro. A filha da empresária, de cinco anos, também morava com o casal, mas não estava no local no momento da morte da mãe. O relacionamento começou há pouco mais de um ano.
Entretanto, na denúncia, publicada nesta segunda-feira, 18, o mesmo promotor aponta que o crime foi praticado com emprego de asfixia, já que a vítima foi asfixiada até a morte. A defesa dele alega inocência (veja mais abaixo).
Bruna foi encontrada morta no dia 3 de agosto, dentro do apartamento onde o casal vivia, em Alphaville, na cidade de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo.
"Na madrugada dos fatos, o casal tornou a discutir, instante em que Fábio agrediu a vítima e a asfixiou até a morte, conforme laudo."
"O crime foi praticado contra mulher por razões da condição e do sexo feminino, em situação de violência doméstica e com menosprezo a sua condição de mulher."
Relembre o caso
No dia da morte de Bruna, Soalheiro acionou o resgate até o apartamento onde viviam e alegou que a namorada teve uma convulsão. Ao chegar à residência do casal, guardas municipais de Barueri encontraram a vítima com ferimentos na cabeça e nas pernas, além de sinais que indicassem uma briga na casa - como móveis revirados, manchas de sangue e tufos de cabelo espalhados O suspeito também apresentava hematomas nas mãos.
Ele foi levado à delegacia e indiciado por feminicídio. Ele teve a prisão preventiva decretada em audiência de custódia realizada um dia após o suposto crime. À polícia, ele alegou inocência e disse que Bruna teve uma convulsão.
A defesa de Soalheiro sustenta a versão de que a vítima não morreu por "interferência humana". "Trabalhamos com a tese de que ele (Fábio Soalheiro) não foi o autor do homicídio, que precisam de maiores esclarecimentos e eventualmente se apura algum crime culposo ou de omissão de socorro", afirmou o advogado Rodolfo Warmeling ao Estadão.
O defensor também desmente ter havido uma briga entre o casal: "Inclusive, os relatos é de que eles estavam bem, comemoraram o aniversário de Bruna juntos." Soalheiro já possui um mandado de prisão expedido pela Justiça de Santa Catarina por descumprimento de medida protetiva, em decorrência de um caso de violência doméstica.
Bruna queria separação, diz família
De acordo com a família de Bruna, o casal mantinha um relacionamento conturbado e ela teria enviado mensagens à mãe informando que gostaria de romper com Soalheiro. A filha da empresária, de cinco anos, também morava com o casal, mas não estava no local no momento da morte da mãe. O relacionamento começou há pouco mais de um ano.
"Dois dias depois, em 3 de agosto, foi encontrada morta, com diversos ferimentos - um desfecho trágico que reflete, infelizmente, a realidade de muitos relacionamentos abusivos", disse a defesa. (Com colaboração de José Maria Tomazela)
(Com informações do Estadão)
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