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De acordo com uma enquete feita pela Folha de Alphaville, realizada pelas redes sociais, na última semana, 73% dos participantes já foram alvo de fraude pela internet. Dos 110 respondentes, 27% não sofreram golpe.
Das vítimas, 43% foram abordadas por meio das redes sociais. Considerando as pessoas que caíram no crime online, 50% tiveram prejuízos financeiros e 20% registraram boletim de ocorrência.
Segundo um levantamento realizado para o relatório semestral Global de Tendências de Fraude Omnichannel da TransUnion, 40% dos brasileiros já foram alvo de fraudes por e-mail, internet, telefone ou mensagens de texto e 10% dos pesquisados disseram ter caído nos golpes. As perdas atingiram uma média de R$ 6.311,00.
VishingOs dados mostram ainda que 53% dos entrevistados globalmente foram alvo de esquemas fraudulentos. O golpe mais relatado é o vishing, quando os criminosos realizam ligações telefônicas simulando representar empresas legítimas, como operadoras de celular, planos de saúde ou instituições financeiras, para induzir a vítima a fornecer dados confidenciais, como senhas bancárias, números de cartão de crédito, CPF, entre outras informações pessoais.
Perguntados sobre esse tipo de ação, 64% dos leitores da FA afirmaram já ter recebido o golpe.
Plataformas de interação social
Plataformas de interação social
O gerente de Soluções de Prevenção à Fraude da TransUnion Brasil, Wallace Massola, explicou que os fraudadores aproveitam a confiança inerente às plataformas de interação social, como aplicativos de relacionamento, para enganar os usuários, criando perfis falsos e construindo um relacionamento aparentemente genuíno, manipulando emocionalmente as vítimas.
"Uma vez conquistada a confiança, os criminosos solicitam informações confidenciais ou dinheiro, alegando emergências ou situações pessoais difíceis. Esse método de exploração não apenas compromete dados privilegiados, mas também pode resultar em perdas financeiras significativas para aqueles que acreditam estar seguros nas comunidades online", alerta Massola.
"Uma vez conquistada a confiança, os criminosos solicitam informações confidenciais ou dinheiro, alegando emergências ou situações pessoais difíceis. Esse método de exploração não apenas compromete dados privilegiados, mas também pode resultar em perdas financeiras significativas para aqueles que acreditam estar seguros nas comunidades online", alerta Massola.
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