No país, 35,6 mil pessoas foram assassinadas no ano passado (Pexels)
O Brasil registrou redução de 6,33% no número de homicídios dolosos, quando há intenção de matar, no ano passado, segundo aponta o Mapa de Segurança Pública divulgado na quarta-feira (11). Em 2024, houve 35.365 vítimas, enquanto que, no ano anterior, a quantidade de pessoas assassinadas foi de 37.754.
Na região, Barueri segue o cenário nacional. A cidade anotou queda de 57% nas ocorrências de assassinatos. Foram 14 casos em 2024, ante 6 no ano de 2023. Já o município de Santana de Parnaíba, está na 'contramão' do país e teve alta de 66%. Foram contabilizados 3 e 5 casos, respectivamente, na época mencionada.
Cenário nacional
O ministro Ricardo Lewandowski, da Justiça e da Segurança Pública, enfatizou que a queda reafirma que as políticas públicas estão no "caminho certo" para garantir mais segurança à população.
"Também obtivemos reduções importantes nos crimes patrimoniais, como furto e roubo de veículos, roubo de cargas e roubo a instituições financeiras, além da diminuição da violência letal por intervenção de agentes do Estado em 4,02%", considerou o ministro.
Os latrocínios tiveram queda menos expressiva (de 972 para 956). Segundo avaliou o ministério, essa redução tem relação com a revogação de decretos que facilitavam a posse e o porte de armas de fogo.
Um argumento é que foi criado um sistema mais rigoroso de rastreamento e controle de armamento, com redução de 79% nos registros de armas em 2023 em relação a 2022.
O ministro Ricardo Lewandowski, da Justiça e da Segurança Pública, enfatizou que a queda reafirma que as políticas públicas estão no "caminho certo" para garantir mais segurança à população.
"Também obtivemos reduções importantes nos crimes patrimoniais, como furto e roubo de veículos, roubo de cargas e roubo a instituições financeiras, além da diminuição da violência letal por intervenção de agentes do Estado em 4,02%", considerou o ministro.
Os latrocínios tiveram queda menos expressiva (de 972 para 956). Segundo avaliou o ministério, essa redução tem relação com a revogação de decretos que facilitavam a posse e o porte de armas de fogo.
Um argumento é que foi criado um sistema mais rigoroso de rastreamento e controle de armamento, com redução de 79% nos registros de armas em 2023 em relação a 2022.
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