Vacinação teve início no fim da tarde de terça-feira (19). Profissionais da saúde foram os primeiros vacinados (Foto: Benjamin Sepulvida/Secom Barueri)
Quarenta e seis mil duzentos e trinta e nove. Este é o número de pessoas vacinadas contra a Covid-19 no estado de São Paulo até quinta-feira (21), às 16h. Os números são do Vacinômetro, ferramenta criada pelo governo, que permite acompanhar em tempo real o número de vacinados.
Barueri e Santana de Parnaíba já contribuem para o aumento desses dados. Na terça-feira (19), as cidades receberam as primeiras doses da CoronaVac. No primeiro município citado, que começou a vacinar no mesmo dia, foram entregues 3.960 vacinas. Já em Parnaíba, 1.480.
Os profissionais da saúde que estão na linha de frente são os primeiros imunizados. Em Barueri, até quinta (21), 102 deles já tinha sido vacinados.
Os municípios ainda não receberam confirmação, por parte do Ministério da Saúde, quanto à periodicidade e nem à quantidade do envio de novas doses.
À reportagem, o diretor técnico do Hospital Municipal de Barueri (HMB), Paulo Tierno, afirmou que, após a vacinação dos profissionais da saúde, as pessoas dos grupos de risco devem ser priorizadas.
"Precisamos priorizar os outros grupos de riscos que são os idosos e os que têm comorbidades. Acredito que vacinando essa população de risco, vai diminuir a gravidade da doença e vai refletir em um número menor de internações", apontou Tierno.
De acordo com boletim epidemiológico desta quarta-feira (20), Barueri tem 11.318 casos confirmados da Covid-19 e 460 óbitos. O município tem 97 pacientes internados no HMB e no pronto-atendimento do Jd. Paulista.
Segundo Tierno, o HMB trabalha hoje com uma média de 60 a 80 internações por dia, relacionadas à Covid-19. "Temos capacidade para atender até 140 pacientes. Neste momento, estamos em uma situação confortável", destacou o diretor técnico. Santana de Parnaíba, nesta quarta (20), tinha 5.984 casos, 140 óbitos e 55 pessoas hospitalizadas.
Vacinação
Segundo Francisco Junior, 2° secretário do Departamento Científico de Infectologia da Associação Paulista de Medicina, é muito importante a população aderir à vacinação. "Se tivermos uma baixa adesão, o vírus continuará se disseminando", explicou.
Barueri e Santana de Parnaíba já contribuem para o aumento desses dados. Na terça-feira (19), as cidades receberam as primeiras doses da CoronaVac. No primeiro município citado, que começou a vacinar no mesmo dia, foram entregues 3.960 vacinas. Já em Parnaíba, 1.480.
Os profissionais da saúde que estão na linha de frente são os primeiros imunizados. Em Barueri, até quinta (21), 102 deles já tinha sido vacinados.
Os municípios ainda não receberam confirmação, por parte do Ministério da Saúde, quanto à periodicidade e nem à quantidade do envio de novas doses.
À reportagem, o diretor técnico do Hospital Municipal de Barueri (HMB), Paulo Tierno, afirmou que, após a vacinação dos profissionais da saúde, as pessoas dos grupos de risco devem ser priorizadas.
"Precisamos priorizar os outros grupos de riscos que são os idosos e os que têm comorbidades. Acredito que vacinando essa população de risco, vai diminuir a gravidade da doença e vai refletir em um número menor de internações", apontou Tierno.
De acordo com boletim epidemiológico desta quarta-feira (20), Barueri tem 11.318 casos confirmados da Covid-19 e 460 óbitos. O município tem 97 pacientes internados no HMB e no pronto-atendimento do Jd. Paulista.
Segundo Tierno, o HMB trabalha hoje com uma média de 60 a 80 internações por dia, relacionadas à Covid-19. "Temos capacidade para atender até 140 pacientes. Neste momento, estamos em uma situação confortável", destacou o diretor técnico. Santana de Parnaíba, nesta quarta (20), tinha 5.984 casos, 140 óbitos e 55 pessoas hospitalizadas.
Vacinação
Segundo Francisco Junior, 2° secretário do Departamento Científico de Infectologia da Associação Paulista de Medicina, é muito importante a população aderir à vacinação. "Se tivermos uma baixa adesão, o vírus continuará se disseminando", explicou.
O especialista destacou que provavelmente, até o fim do ano, as pessoas terão que continuar com os cuidados de prevenção. "Isso não significa que a vacina não funciona, mas sim que para ter uma proteção efetiva da comunidade, precisamos de um número grande de pessoas vacinadas e isso vai demorar", concluiu.
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