Ao longo deste mês, acontece o movimento Setembro Amarelo, campanha de conscientização e prevenção contra o suicídio. Com a pandemia da Covid-19, e a necessidade do isolamento social, houve um aumento expressivo nos casos de depressão.
Segundo um levantamento feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), os casos de depressão aumentaram em 50% durante a quarentena, e a ansiedade e o estresse, em 80%. A pesquisa foi realizada em 23 estados brasileiros entre março e abril deste ano.
Na região, a situação também aponta alta deste tipo de ocorrência. Uma enquete feita nas redes sociais da Folha de Alphaville, nesta quinta-feira (3), revelou que 40% dos que responderam estão com a saúde mental ruim na quarentena e 60% boa.
Além disso, 86% das pessoas revelaram que já se sentiram tristes e que 19% procuraram ajuda psicológica durante este período de pandemia. A enquete contou com a participação de mais de 100 pessoas.
Especialista
De acordo com a psicóloga Erica Aidar, neste período de quarentena, os casos de depressão, ansiedade, distúrbios alimentares e de sono, além de problemas familiares aumentaram drasticamente.
"Com as pessoas isoladas, elas ficaram menos distraídas com as coisas de fora e foram obrigadas a olhar para si mesmas, para sua casa, sua família. Todos estes fatores acabaram desencadeando esta alta de casos", explicou Erica.
A especialista destacou que é importante ficar atento a alguns sinais relacionados à saúde mental. "É necessário prestar atenção a sintomas, como pensamentos negativos, vontade de sumir, de morrer, agressividade, falta de esperança. Quando tudo isso dura mais de duas semanas é um sinal de alerta e o momento de procurar um profissional capacitado", apontou.
Segundo um levantamento feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), os casos de depressão aumentaram em 50% durante a quarentena, e a ansiedade e o estresse, em 80%. A pesquisa foi realizada em 23 estados brasileiros entre março e abril deste ano.
Na região, a situação também aponta alta deste tipo de ocorrência. Uma enquete feita nas redes sociais da Folha de Alphaville, nesta quinta-feira (3), revelou que 40% dos que responderam estão com a saúde mental ruim na quarentena e 60% boa.
Além disso, 86% das pessoas revelaram que já se sentiram tristes e que 19% procuraram ajuda psicológica durante este período de pandemia. A enquete contou com a participação de mais de 100 pessoas.
Especialista
De acordo com a psicóloga Erica Aidar, neste período de quarentena, os casos de depressão, ansiedade, distúrbios alimentares e de sono, além de problemas familiares aumentaram drasticamente.
"Com as pessoas isoladas, elas ficaram menos distraídas com as coisas de fora e foram obrigadas a olhar para si mesmas, para sua casa, sua família. Todos estes fatores acabaram desencadeando esta alta de casos", explicou Erica.
A especialista destacou que é importante ficar atento a alguns sinais relacionados à saúde mental. "É necessário prestar atenção a sintomas, como pensamentos negativos, vontade de sumir, de morrer, agressividade, falta de esperança. Quando tudo isso dura mais de duas semanas é um sinal de alerta e o momento de procurar um profissional capacitado", apontou.
Ainda segundo Erica, a principal questão para manter a mente saudável é aceitar nossos sentimentos e questionamentos sobre valores e sentido da vida. "O autocuidado, ter relacionamentos saudáveis e usufruir da arte e o belo também são essenciais", concluiu.
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