Uma pesquisa feita pela ONG Criança Segura, dedicada à prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos, revelou que, durante as férias, alguns incidentes têm crescimento mais expressivo. Um deles está relacionado ao afogamento.
Dados mais recentes da instituição mostraram que, em 2018, 434 crianças foram hospitalizadas por este tipo de incidente, que está entre uma das principais causas de mortes de pessoas com idades entre 1 e 14 anos em países como o Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Na região, no último verão, Barueri registrou dois incidentes deste tipo, de acordo com 18º Grupamento de Bombeiros (GB). Em Santana de Parnaíba, não houve ocorrências. As informações são referentes a novembro e dezembro de 2018 e janeiro e fevereiro de 2019.
Neste ano ainda não foi anotado nenhum caso deste tipo nos municípios, mesmo assim, o Corpo de Bombeiros alerta que todo cuidado é pouco, principalmente, neste período de férias. "É importante colocar grades em torno da piscina e cobri-la com lona apropriada, prendendo-a nas extremidades. Além disso, a principal dica é sempre ficar de olho nas crianças", disse Cabo Abel, bombeiro educador do 18ºGB.
Salvamento
Segundo o Cabo Abel, em caso de afogamento, o primeiro passo é tirar a pessoa de imediato da piscina. "Se não der pé, use algo flutuante, como bolas e flutuadores. A recomendação é nunca acessar a vítima de frente, pois a situação de desespero fará com que ela use o socorrista como anteparo, escorando-se e empurrando-o para o fundo", destacou.
Dados mais recentes da instituição mostraram que, em 2018, 434 crianças foram hospitalizadas por este tipo de incidente, que está entre uma das principais causas de mortes de pessoas com idades entre 1 e 14 anos em países como o Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Na região, no último verão, Barueri registrou dois incidentes deste tipo, de acordo com 18º Grupamento de Bombeiros (GB). Em Santana de Parnaíba, não houve ocorrências. As informações são referentes a novembro e dezembro de 2018 e janeiro e fevereiro de 2019.
Neste ano ainda não foi anotado nenhum caso deste tipo nos municípios, mesmo assim, o Corpo de Bombeiros alerta que todo cuidado é pouco, principalmente, neste período de férias. "É importante colocar grades em torno da piscina e cobri-la com lona apropriada, prendendo-a nas extremidades. Além disso, a principal dica é sempre ficar de olho nas crianças", disse Cabo Abel, bombeiro educador do 18ºGB.
Salvamento
Segundo o Cabo Abel, em caso de afogamento, o primeiro passo é tirar a pessoa de imediato da piscina. "Se não der pé, use algo flutuante, como bolas e flutuadores. A recomendação é nunca acessar a vítima de frente, pois a situação de desespero fará com que ela use o socorrista como anteparo, escorando-se e empurrando-o para o fundo", destacou.
Ao retirar a vítima da água, caso ela já esteja afogada, é preciso iniciar manobras de reanimação cardiopulmonar e respiração boca a boca, em uma frequência de 30 compressões para duas ventilações. "Enquanto isto estiver sendo feito, peça para alguém acionar o serviço 193 ou 192 de emergência. Mostrando sinais de recuperação, coloque a vítima de lado, apoiando o lado direito do corpo no chão e prossiga monitorando", afirmou o educador.
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