(Foto: Beatriz Bononi)
O prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), votou por volta das 12h50 na Fieb, em Alphaville, ao lado de familiares e da filha, a deputada Bruna Furlan (PSDB), candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa.
O gestor disse que a eleição de Bruna fará a cidade ter interlocução direta com o Governo do Estado. "Por exemplo, eu quero fazer a ligação do Parque Imperial com o Tamboré e naquele ponto eu preciso de uma autorização dos órgãos do Estado. Nós temos o Hospital Regional, que se Deus quiser vai funcionar em abril, agora, se for algum governador bolsonarista, estamos perdidos", ressaltou, se referindo-se ao candidato apoiado por Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Ele disse que a presença da tucana na Alesp ajudará a ter proximidade com as secretarias estaduais, além de dar visibilidade ao município, já que pode usar a tribuna para falar de questões relevantes à cidade de Barueri. "Ela será o elo com o governo".
Rodrigo Garcia
Apesar de declarar voto a Rodrigo Garcia (PSDB) ao Governo do Estado, Furlan vê dificuldades na situação do atual governador, candidato à reeleição. "Lamento muito porque ele é o melhor candidato e as pesquisas mostram uma dificuldade de Rodrigo ir ao segundo turno, mas parece que o povo só gosta dos piores. Lamento, sobretudo, por nossa região", disse o prefeito.
Sobre a situação do PSDB após as eleições, Furlan afirmou que será o partido que deixa de ter um presidente, um governador de estado, mas a vida da legenda continua. "Nós continuamos no partido defendendo as ideias do partido, a posição de centro esquerda."
Repercussão
O prefeito de Barueri minimizou a repercussão sobre seu apoio à chapa de Lula (PT) à presidência, que tem como vice Geraldo Alckmin (PSB), que foi seu aliado durante muitos anos nas fileiras tucanas. "Eu trabalho para o povo faz 45 anos, se eu não tiver direito de votar em quem eu quero, o que eu faço? Volto para casa? Eu vou votar e acabou. Eu sou brasileiro. Ele desrespeita mulheres e é contra projetos importantes para o País, só a favor da família dele. Esse comportamento não é admissível".
Polarização
O gestor disse que a eleição de Bruna fará a cidade ter interlocução direta com o Governo do Estado. "Por exemplo, eu quero fazer a ligação do Parque Imperial com o Tamboré e naquele ponto eu preciso de uma autorização dos órgãos do Estado. Nós temos o Hospital Regional, que se Deus quiser vai funcionar em abril, agora, se for algum governador bolsonarista, estamos perdidos", ressaltou, se referindo-se ao candidato apoiado por Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Ele disse que a presença da tucana na Alesp ajudará a ter proximidade com as secretarias estaduais, além de dar visibilidade ao município, já que pode usar a tribuna para falar de questões relevantes à cidade de Barueri. "Ela será o elo com o governo".
Rodrigo Garcia
Apesar de declarar voto a Rodrigo Garcia (PSDB) ao Governo do Estado, Furlan vê dificuldades na situação do atual governador, candidato à reeleição. "Lamento muito porque ele é o melhor candidato e as pesquisas mostram uma dificuldade de Rodrigo ir ao segundo turno, mas parece que o povo só gosta dos piores. Lamento, sobretudo, por nossa região", disse o prefeito.
Sobre a situação do PSDB após as eleições, Furlan afirmou que será o partido que deixa de ter um presidente, um governador de estado, mas a vida da legenda continua. "Nós continuamos no partido defendendo as ideias do partido, a posição de centro esquerda."
Repercussão
O prefeito de Barueri minimizou a repercussão sobre seu apoio à chapa de Lula (PT) à presidência, que tem como vice Geraldo Alckmin (PSB), que foi seu aliado durante muitos anos nas fileiras tucanas. "Eu trabalho para o povo faz 45 anos, se eu não tiver direito de votar em quem eu quero, o que eu faço? Volto para casa? Eu vou votar e acabou. Eu sou brasileiro. Ele desrespeita mulheres e é contra projetos importantes para o País, só a favor da família dele. Esse comportamento não é admissível".
Polarização
Em 45 anos de vida pública, Furlan disse que nunca presenciou um cenário tão adverso. "Os candidatos são horrorosos e eu lamento profundamente que nessa altura da minha vida que eu veja o Brasil disputando quem é menos ruim e sem nenhuma perspectiva pela frente", concluiu.
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