Corpo de Adalberto foi encontrado em buraco, sem calça e sem tênis (Reprodução ND+)
Novos desdobramentos sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, indicam que três seguranças são os principais suspeitos do crime. A investigação avançou com o relato de uma testemunha-chave.
Para a polícia, a testemunha relatou ter presenciado o momento do crime e revelou que até então havia se mantido em silêncio por medo de represálias, inclusive por temer pela própria vida. Com a proteção da polícia, ela decidiu contar o que viu e apontou diretamente três seguranças que atuavam no autódromo como os autores do homicídio.
Inicialmente, a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) investigava ao menos 200 seguranças. A lista foi reduzida a 15 nomes e agora tem como foco os três denunciados.
O próximo passo na investigação é colher o depoimento dos suspeitos ainda nesta semana. A Polícia informou, por meio de nota, que "as investigações do caso seguem pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os laudos periciais estão sendo concluídos e serão analisados pela autoridade policial. Até o momento, não há pedidos de prisão referente ao caso. Diligências prosseguem com a oitiva de testemunhas para a identificação da autoria e o total esclarecimento do crime. Demais detalhes serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial".
Sangue
Duas amostras de sangue foram encontradas no carro do empresário, uma sendo do Adalberto e a outra de uma mulher ainda não identificada. Além disso, a investigação apontou que foi encontrada terra nos ouvidos, olhos e nariz da vítima, o que indica a possibilidade do empresário ter sido enterrado ainda vivo.
Adalberto sumiu no dia 30 de maio, após ter participado de um evento de motociclistas no Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Segundo relatos, ele teria sido visto pela última vez ao caminhar em direção ao estacionamento. O empresário foi encontrado morto quatro dias depois, em 3 de junho, em um buraco próximo ao autódromo.
Para a polícia, a testemunha relatou ter presenciado o momento do crime e revelou que até então havia se mantido em silêncio por medo de represálias, inclusive por temer pela própria vida. Com a proteção da polícia, ela decidiu contar o que viu e apontou diretamente três seguranças que atuavam no autódromo como os autores do homicídio.
Inicialmente, a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) investigava ao menos 200 seguranças. A lista foi reduzida a 15 nomes e agora tem como foco os três denunciados.
O próximo passo na investigação é colher o depoimento dos suspeitos ainda nesta semana. A Polícia informou, por meio de nota, que "as investigações do caso seguem pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os laudos periciais estão sendo concluídos e serão analisados pela autoridade policial. Até o momento, não há pedidos de prisão referente ao caso. Diligências prosseguem com a oitiva de testemunhas para a identificação da autoria e o total esclarecimento do crime. Demais detalhes serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial".
Sangue
Duas amostras de sangue foram encontradas no carro do empresário, uma sendo do Adalberto e a outra de uma mulher ainda não identificada. Além disso, a investigação apontou que foi encontrada terra nos ouvidos, olhos e nariz da vítima, o que indica a possibilidade do empresário ter sido enterrado ainda vivo.
Adalberto sumiu no dia 30 de maio, após ter participado de um evento de motociclistas no Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Segundo relatos, ele teria sido visto pela última vez ao caminhar em direção ao estacionamento. O empresário foi encontrado morto quatro dias depois, em 3 de junho, em um buraco próximo ao autódromo.
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