O SinHoRes – Sindicato Empresarial de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Osasco – Alphaville e Região ingressou com oito ações judiciais em todas as cidades de sua base (Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Cajamar, Carapicuíba, Itapevi, Jandira e Pirapora do Bom Jesus) solicitando que a justiça permita a abertura de restaurantes, bares e similares também no período noturno.
De acordo com o Plano São Paulo original, do governo do Estado de São Paulo, os estabelecimentos do setor poderiam funcionar seis horas, diretas ou quebradas, sem referência ao período estabelecido, como almoço ou jantar. No entanto, o Governo optou por limitar o horário de funcionamento até às 17 horas, o que, segundo o presidente do SinHoRes, Edson Pinto, trouxe inúmeros prejuízos ao setor, em especial, aqueles estabelecimentos que só funcionam durante a noite, como pizzarias, restaurantes japoneses, bares, entre outros.Entretanto, o mesmo critério não foi aplicado aos restaurantes de shoppings, que podem funcionar no mesmo horário de abertura do shopping, inclusive à noite. "Isso demonstra que o critério que determinou o fechamento não foi médico ou técnico, já que o vírus não contamina as pessoas 'apenas em restaurantes de rua e durante a noite'", afirmou Edson.
Ainda de acordo com o presidente do sindicato empresarial, o setor segue os protocolos higiênico-sanitários estabelecidos pelo Governo há duas semanas, quando puderam reabrir na região. No entanto, antes disso, os estabelecimentos ficaram quatro meses em fechamento compulsório, quando cerca de 20% das empresas quebraram e mais de cinco mil trabalhadores perderam seus empregos.
"Participamos de reunião com o Governador João Dória, com o Secretária de Turismo, Vinicius Lummertz, e com a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen; enviamos ofícios; fizemos o mais completo Protocolo Covid-Free e dezenas de outras ações para sensibilizar o Governo, sem sucesso, para a reabertura com protocolos flexibilizados. O setor compreendeu e acreditou que a limitação de horário duraria apenas alguns dias e fez de tudo para cumprir à risca o Plano São Paulo, tanto assim que não se teve notícia, dentro do segmento organizado, de desrespeito às regras pactuadas, aglomerações ou coisas do tipo. Passados 15 dias, quando todo o setor aguardava por uma mera flexibilização nos horários de funcionamento, passando da Fase 3 – Amarela para a Fase 4 – Verde, principalmente por conta da melhora dos índices da Capital e Grande São Paulo, isso não aconteceu e o Governo do Estado de São Paulo simplesmente ignorou todo o nosso esforço mantendo a proibição de funcionamento à noite, sem nenhuma consideração com as milhares de empresas que estão quebrando e com outras dezenas de milhares de pessoas que perderão seus empregos", finalizou Edson.
Ainda de acordo com o presidente do sindicato empresarial, o setor segue os protocolos higiênico-sanitários estabelecidos pelo Governo há duas semanas, quando puderam reabrir na região. No entanto, antes disso, os estabelecimentos ficaram quatro meses em fechamento compulsório, quando cerca de 20% das empresas quebraram e mais de cinco mil trabalhadores perderam seus empregos.
"Participamos de reunião com o Governador João Dória, com o Secretária de Turismo, Vinicius Lummertz, e com a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen; enviamos ofícios; fizemos o mais completo Protocolo Covid-Free e dezenas de outras ações para sensibilizar o Governo, sem sucesso, para a reabertura com protocolos flexibilizados. O setor compreendeu e acreditou que a limitação de horário duraria apenas alguns dias e fez de tudo para cumprir à risca o Plano São Paulo, tanto assim que não se teve notícia, dentro do segmento organizado, de desrespeito às regras pactuadas, aglomerações ou coisas do tipo. Passados 15 dias, quando todo o setor aguardava por uma mera flexibilização nos horários de funcionamento, passando da Fase 3 – Amarela para a Fase 4 – Verde, principalmente por conta da melhora dos índices da Capital e Grande São Paulo, isso não aconteceu e o Governo do Estado de São Paulo simplesmente ignorou todo o nosso esforço mantendo a proibição de funcionamento à noite, sem nenhuma consideração com as milhares de empresas que estão quebrando e com outras dezenas de milhares de pessoas que perderão seus empregos", finalizou Edson.
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