Companhia afirmou que é importante o uso consciente da água pela população (Foto: Michela Brígida/Arquivo Folha de Alphaville)
Os reservatórios voltados para geração de energia por hidrelétricas enfrentam os piores níveis dos últimos 91 anos. Além da possibilidade de problemas no fornecimento de energia, existe a preocupação em relação ao abastecimento de água.
Na quarta-feira (7), o Sistema Integrado Metropolitano formado por sete mananciais, que abastecem a Região da Grande São Paulo, estava com um volume de 51,1%. Segundo a Sabesp, no momento, não há risco de desabastecimento.
"A queda no nível das represas é normal nesta época do ano devido ao período de estiagem e ao volume baixo de chuvas. A projeção da Sabesp aponta níveis satisfatórios para passar pela estiagem, mas a Companhia reforça a necessidade de uso consciente da água", apontou.
Especialista
Segundo Pedro Luiz Côrtes, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da USP, apesar do parecer da Sabesp, é possível que tenhamos uma crise de abastecimento em 2022.
"O nível dos reservatórios é mais baixo do que em 2013, o ano que antecedeu a crise hídrica. Mesmo com um sistema adicional operando, o São Lourenço, com a população economizando água, a situação ainda é pior. Sem chuvas abundantes na primavera e no verão, essa é uma crise que tende a se prolongar pelo menos até o 1º semestre de 2022", explicou o especialista.
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