O retorno às aulas presenciais na rede municipal de ensino de Barueri já tem uma data para acontecer: dia 7 de junho. A decisão foi tomada nesta terça-feira (25) após reunião entre o Prefeito de Barueri, Rubens Furlan, presidente do Sindicato dos Professores das Escolas Públicas Municipais de Barueri e Região (Siproem Barueri), Ademir Segura, secretário de Educação, Celso Furlan, e a Vigilância Sanitária.
À reportagem, Ademir informou que, para viabilizar a volta às atividades, todos os professores da rede serão imunizados nos dias 28, 29 e 30.
"Restam 2.300 professores. Eles tomarão a AstraZeneca, que tem 76% de resposta de eficácia já na primeira dose e, três meses depois, receberão a segunda, que é de reforço. Após esse compromisso, os professores voltarão na segunda-feira (31) para acolhimento em suas unidades, quando receberão informações sobre protocolos a serem seguidos para o retorno presencial", explicou.
Ainda segundo o presidente do sindicato, apenas 25% dos alunos voltarão por dia de cada unidade, que serão comunicados pelas respectivas diretorias. Os pais que não desejarem enviar seus filhos continuarão a ter acesso ao ensino remoto, de forma on-line, sem prejuízo do conteúdo.
À reportagem, Ademir informou que, para viabilizar a volta às atividades, todos os professores da rede serão imunizados nos dias 28, 29 e 30.
"Restam 2.300 professores. Eles tomarão a AstraZeneca, que tem 76% de resposta de eficácia já na primeira dose e, três meses depois, receberão a segunda, que é de reforço. Após esse compromisso, os professores voltarão na segunda-feira (31) para acolhimento em suas unidades, quando receberão informações sobre protocolos a serem seguidos para o retorno presencial", explicou.
Ainda segundo o presidente do sindicato, apenas 25% dos alunos voltarão por dia de cada unidade, que serão comunicados pelas respectivas diretorias. Os pais que não desejarem enviar seus filhos continuarão a ter acesso ao ensino remoto, de forma on-line, sem prejuízo do conteúdo.
"Durante a assembleia, nossos associados ficaram divididos entre o retorno e o não retorno, mas a maioria optou por avalizar a volta às aulas presenciais. A vacinação não nos dá 100% de segurança, porque não possui 100% de eficácia, mas diante deste momento, essa foi a forma que encontramos, sindicato e gestão, de promover o retorno da maneira mais segura possível. Os alunos terão de reaprender novos protocolos para sua permanência durante as aulas e intervalo, é desafiador para todos", disse Segura.
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