O plano de flexibilização da quarentena e retomada da economia no Estado de São Paulo, o chamado Plano São Paulo, está acontecendo em meio à uma época em que, segundo especialistas, há maior circulação de vírus respiratórios, além do novo coronavírus (Covid-19).
Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) costumam aparecer mais nesta época do ano na maior parte do país. Já em estados como São Paulo, que ficam mais para a região Sul, a alta destes casos acontece entre meados e fim de maio até fim de julho e início de agosto.
Um levantamento feito pela redação nas declarações de óbitos registradas no Brasil, disponíveis no Portal da Transparência, mostrou que, em maio deste ano, 497 mortes por SRAG foram registradas no Estado. Já no mesmo período do ano passado foram 37, uma alta de 1.243%.
"Em relação às doenças respiratórias, os principais cuidados que a população deve tomar para evitá-las são manter a imunização em dia, com base no calendário vacinal, lavar as mãos com frequência, praticar a etiqueta respiratória, que preconiza cobrir o nariz e a boca com o braço ou com um lenço descartável ao tossir ou espirrar, e evitar contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios", afirmou Angélica Barbosa, infectologista do Hospital Municipal de Barueri (HMB).
Em Barueri, de acordo com boletim epidemiológico da prefeitura, a cidade anotou nesta quinta-feira (4) 1.177 infectados, ante 1.026 no dia 28. A alta foi de 14,71%.
Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) costumam aparecer mais nesta época do ano na maior parte do país. Já em estados como São Paulo, que ficam mais para a região Sul, a alta destes casos acontece entre meados e fim de maio até fim de julho e início de agosto.
Um levantamento feito pela redação nas declarações de óbitos registradas no Brasil, disponíveis no Portal da Transparência, mostrou que, em maio deste ano, 497 mortes por SRAG foram registradas no Estado. Já no mesmo período do ano passado foram 37, uma alta de 1.243%.
"Em relação às doenças respiratórias, os principais cuidados que a população deve tomar para evitá-las são manter a imunização em dia, com base no calendário vacinal, lavar as mãos com frequência, praticar a etiqueta respiratória, que preconiza cobrir o nariz e a boca com o braço ou com um lenço descartável ao tossir ou espirrar, e evitar contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios", afirmou Angélica Barbosa, infectologista do Hospital Municipal de Barueri (HMB).
Priscila Megumi Takejima, membro do Departamento Científico de Rinite da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, destaca que, com o sistema de saúde muito próximo ao seu limite, é necessário que sejam tomadas algumas medidas para uma flexibilização com segurança.
"A adesão ao isolamento, aumentar a capacidade de testagem, rastreamento de todos os casos, conscientização da população e condições necessárias para retornar as atividades com segurança são medidas importantes associadas a um plano de flexibilização da quarentena", destacou.
Dados da Covid-19
Segundo dados do Governo de São Paulo desta quinta-feira (4), o Estado registra 129.200 casos confirmados da Covid-19. Há uma semana, ou seja, no dia 28 de maio, eram 95.865, um aumento de 34,77%.
Em Barueri, de acordo com boletim epidemiológico da prefeitura, a cidade anotou nesta quinta-feira (4) 1.177 infectados, ante 1.026 no dia 28. A alta foi de 14,71%.
Já em Santana de Parnaíba, até quarta-feira (3), dados mais recentes divulgados pela gestão, eram 564 ocorrências positivas da doença enquanto no dia 27, 459. O aumento foi de 22,87%.
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