26/10/2017
POLÍTICA
Fórum Regional quer estar no Cioeste 
Criado em 2013, Cioeste é formado por nove cidades e tem Elvis como presidente
Haydée Eloise Ribeiro
Encontro. Integrantes do Fórum se reuniram na quarta (25)

Com objetivo de colaborar com a melhoria da qualidade de vida na região, membros da sociedade civil organizada protocolaram proposta no Consórcio Intermunicipal da Região Oeste (Cioeste) para abrir a participação social no grupo e a criação de um banco de dados para ajudar na elaboração de políticas públicas.

A iniciativa partiu do Fórum de Desenvolvimento Regional, formado por membros da sociedade como empresários, sindicalistas e representantes de universidades. O grupo apontou a importância de que a entidade, formada pelos prefeitos, receba contribuições de outros agentes.

No documento, o Fórum aponta 3 itens. Oferece apoio no que diz respeito ao desenvolvimento de proposições que fortaleçam o caminho regional sustentável; reitera a necessidade de que seja garantida a efetiva participação da sociedade civil organizada no Cioeste; e propõe a iniciativa da criação de um Banco de Dados.

“Acreditamos que é urgente o encaminhamento da questão da Participação Social no Cioeste no que o Fórum de Desenvolvimento se coloca inteiramente a disposição”, diz o texto assinado pelo diretor da Ciesp Osasco, Fabio Fonseca, pelo presidente do Sindicato dos Metalurgicos de Osasco, Jorge Nazareno, e pelo vice-prefeito de Jandira, Manoel Domingues.

Sobre o banco de dados, o Fórum enfatiza que será fundamental tanto para o trabalho desenvolvido pela entidade como para moradores das nove cidades que fazem parte do Cioeste.

“Tal iniciativa pretende possibilitar aos cidadãos em geral e às instituições públicas e privadas, governamentais e não governamentais a seleção e acessibilidade de dados e informações consideradas relevantes para caracterizar e diagnosticar potencialidades, dinâmicas e limites regionais”, diz o texto.

No ofício, o grupo sinaliza que na própria lei de criação do Consórcio está previsto que o órgão irá “fortalecer e institucionalizar as relações entre o poder público e as organizações da sociedade civil, articulando parcerias, convênios, contratos e outros instrumentos congêneres ou similares, facilitando o financiamento e gestão associada ou compartilhada dos serviços públicos”.